A cena eletrônica de Manaus tem um nome que vem ganhando cada vez mais peso: 502 Room. Fundada em 2021, a label nasceu com uma missão clara — transformar a pista de dança em algo maior. Não só um lugar pra dançar, mas um espaço real de conexão, liberdade e expressão coletiva. E, quatro anos depois, o projeto segue firme nessa direção.
Inspirada no house e no techno, a 502 Room constrói experiências que misturam música, arte e identidade amazônica. É um recorte único: cidade, rios e floresta coexistindo e alimentando uma narrativa que posiciona Manaus como um polo criativo emergente no cenário nacional. A label não se enxerga apenas como produtora de eventos — ela quer fortalecer a cena local, abrir espaço para artistas da região e criar encontros que mudem a forma como a cidade é vivida e percebida.
No dia 30 de abril, esse propósito ganha mais um capítulo. A 502 Room ocupa a Casa Rayol com uma edição que promete transformar o espaço em uma experiência imersiva de verdade — arquitetura, cenografia e som trabalhando juntos para criar uma atmosfera viva, em constante mutação. Mais do que uma noite de música, é uma nova forma de viver a cena eletrônica em Manaus.
O destaque da noite fica por conta do headliner francês Chambord, dupla que vem chamando atenção na cena internacional com um som voltado ao progressive e melodic house. Os sets deles têm uma construção narrativa marcante — grooves envolventes, carga emocional forte e atmosferas que se desenvolvem ao longo da pista, levando o público numa jornada. Recentemente, a dupla passou pelo Brasil com apresentações no SOM Festival, o que mostra que a conexão com o público nacional já é real e crescente.
Abrindo e conduzindo a noite, Riascode chega com uma identidade sonora que é, ao mesmo tempo, local e global. Integrante da label Dawn Patrol, o artista combina timbres brasileiros com influências de Progressive House, Afro House e Melodic Techno — uma leitura orgânica e contemporânea da pista que conecta cultura e estética de forma genuína.
A edição de 30 de abril não é só mais uma data no calendário. É um movimento. Um passo concreto na construção de uma cena mais conectada, autoral e relevante no Norte do Brasil — e uma celebração do que a música eletrônica pode ser quando nasce com propósito.
Ingressos: CLICK AQUI