Tem festival que cresce e perde a alma no caminho. O Sounds of Quartzo fez o caminho oposto. Chegando à sua quinta edição em 2026, o evento se firma como uma das experiências mais completas e sensoriais da música eletrônica no Brasil — e acaba de revelar o lineup que vai dar corpo ao conceito desta edte: Sincronicidade.

O nome já diz muito. Não se trata de uma grade montada por popularidade ou cachê. A proposta é outra: encontros que parecem inevitáveis. Artistas, público, natureza e música convergindo num mesmo ponto, criando algo que vai além do planejado. Quem já passou pelo Quartzo sabe do que estamos falando.

No topo da grade, quatro nomes que traduzem essa energia cada um à sua maneira.

O duo Bedouin volta ao festival carregando sua marca registrada: aquela fusão orgânica e eletrônica que transforma a pista num lugar de viagem coletiva. Multicultural, hipnótica, difícil de rotular — e melhor ainda ao vivo.

Damian Lazarus é daquele tipo de artista que não toca música, ele monta atmosferas. Visionário da cena global, sua apresentação promete o que sempre entrega: imprevisibilidade guiada por uma sensibilidade rara.

Dixon é sinônimo de precisão. Sets que transitam entre o emocional e o intelectual sem perder a coerência — uma referência absoluta em sofisticação sonora que justifica qualquer deslocamento.

Fechando os headliners, Max Styler representa a nova geração sem pedir licença. Produções modernas, energéticas e muito conectadas com o que rola nas melhores pistas do mundo agora.

Um dos momentos mais aguardados deve ser o b2b entre OMRI. e Rafael — dois artistas com identidades complementares que, juntos, materializam exatamente o espírito de colaboração que o tema propõe.

O projeto Saraga chega com sua abordagem ritualística e sensorial, explorando texturas melódicas e progressivas que mexem com algo difícil de nomear. Já o trio Tripolism equilibra groove e profundidade com uma pegada contemporânea que mantém a pista em movimento sem abrir mão de conteúdo.

E aí vem aquela parte do lineup que quem conhece o Quartzo já sabe valorizar: os artistas de suporte que constroem a narrativa sonora do festival nas suas múltiplas camadas. A lista é longa e plural — Afterclapp, Aidden, Analu, Ashibah, Bauhouse, Bhaskar, Camila Jun, Curol, Dilby, Doozie, Ekanta, Elijefre, Eli Iwasa, Ezequiel Arias, From House to Disco, Gabriel Brasil, Gaspar Muniz, Gate 79, Goodtimes, HOO, Kaala Shaw, Känt, Luke & Alvarez, Malu, Mojjo, Monobase, Ratier, Rod Brito, Ruback, Simo Not Simon, Solarce Brothers, Sonnero, Swarup, Tonaco, Unfazed e Yumi Project.

É nessa pluralidade que o festival mostra seu caráter. Não é só sobre os headliners.

O Sounds of Quartzo sempre apostou numa experiência que ultrapassa o palco — cenografia, natureza e comunidade como parte inseparável do que acontece lá dentro. Nesta edição de cinco anos, tudo isso ganha um sentido extra. Sincronicidade não é só tema de divulgação. É a melhor descrição do que o festival construiu até aqui: os encontros certos, na hora certa, com as pessoas certas.

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